Perde-se os sentidos
Do certo, do errado, do real.
Amar demais torna obsessivo
Estraga.
Sabemos disso, todos sabem...
Mas cuidar do outro é tão melhor
Verificar as andanças diárias
Desejando o melhor
Amar demais é irracional.
Faz esquecer de si
Faz o tempo se arrastar
Estraga.
coisas que ao acaso casam
sexta-feira, 26 de maio de 2017
domingo, 18 de setembro de 2016
aos escritos a meia noite
De vez em quando minha mãe fala mal de alguma coisa na minha aparência externa que foi mudada
Milene, arruma esse cabelo
Milene, que coisa esquisita
Mal sabe ela das ideias que eu tenho
Deixariam os costumes e a moral que ela possui de cabelo em pé
Milene, arruma esse cabelo
Milene, que coisa esquisita
Mal sabe ela das ideias que eu tenho
Deixariam os costumes e a moral que ela possui de cabelo em pé
domingo, 19 de junho de 2016
Sobre o ser mediano
A sociedade não quer ninguém sendo "médio". Ninguém quer um médio que sabia metade de uma cirurgia ou metade de um procedimento. Ninguém quer um advogado que não saiba te defender por completo.
Ou você é bem sucedido ou não é. Ou você aguenta o tranco o não. Ninguém quer saber suas lamurias diárias, ninguém quer saber como você chegou ali, por quantos bocados passou. Você ou só não ganha... ou perde.
E aí surge a grande e famosa "A Classe Média Sofre". A ponta de ironismo. Você não é mais o problema social que precisa ser acudido. Você não é a galinha dos ovos de ouro. Você se acha o limbo porque não consegue ser a galinha dos ovos de ouro da sociedade. Você, que acha que saiu do problema nacional para se tornar o futuro da sociedade. Enganou-se. Só tem futuro garantido se alguém intercede por você. E você não quer ser intercedido por ninguém.
Mas veja:
Você não tem que lutar todos os dias para sobreviver. Se você consegue pensar no seu dia hoje é porque você já sobreviveu. Se estivesse procurando formas de sobreviver, você sobreviveria. Se você hoje consegue refletir o que quer amanhã além de se alimentar, ir para o trabalho, enfim.. pensar em você, acredite: você sobreviveu. E você se torna a "classe média que sofre". E que sofre por achar que sofre...
quarta-feira, 15 de junho de 2016
Tempo
Ah, o tempo!
Queridinho dos historiadores,
Inimigo dos políticos
Salvação das dores!
O tempo, aquele que hoje dizem ser o que não se compra, não se materializa, não se vê. Somente se sente.
Como falar sobre ele então?
Há artigos diferentes sobre o tempo. Desde auto-ajudas a instruções de como se dar bem como ele (no sentido comercial é claro).
Em um sentido geral eu vejo a relação das pessoas com o tempo das seguintes maneiras (sim, é claro que isso é bem simplista!)
como aqueles que estão em perfeita comunhão com eles, adaptando suas vidas cotidianas. Chegando ao final do dia: está tudo, hoje foi bom.
aqueles que odeiam o tempo, estão sempre pedindo mais tempo. Correndo, achando que nada é feito em tempo certo.
Queridinho dos historiadores,
Inimigo dos políticos
Salvação das dores!
O tempo, aquele que hoje dizem ser o que não se compra, não se materializa, não se vê. Somente se sente.
Como falar sobre ele então?
Há artigos diferentes sobre o tempo. Desde auto-ajudas a instruções de como se dar bem como ele (no sentido comercial é claro).
Em um sentido geral eu vejo a relação das pessoas com o tempo das seguintes maneiras (sim, é claro que isso é bem simplista!)
como aqueles que estão em perfeita comunhão com eles, adaptando suas vidas cotidianas. Chegando ao final do dia: está tudo, hoje foi bom.
aqueles que odeiam o tempo, estão sempre pedindo mais tempo. Correndo, achando que nada é feito em tempo certo.
Pois então.
Estamos diante de várias linhas que levam a vários lugares ou talvez nenhum. Cada uma destas linhas é um pensamento. Ele pode se romper a cada instante e retornar ao acaso. Este intervalo entre o romper e retornar causa o estalo de "Ah, como posso ter me esquecido disso?". Isso pode acontecer em diferentes tempos e depende de cada linha.
Agora, o sentido é saber porque alguns pensamento não voltam e outros não conseguimos terminar. Por que certo pensamento, ou linha continua a martelar na nossa frente? Porque nos deparamos com determinadas situações e já pensamos "Já visso antes, já senti isso antes.".
Tenho a sensação que as tarefas são depositadas em mim. Independete do lugar, e eu não sei porque isso acontece, as palavra final é concedida a mim. Está certo isso? Já está bom? O que vamos fazer agora? Creio que isto seja um resultado das posturas que adoto diaramente quando estabeleço uma relação com alguém, ou seja, quando começo a criar vínculos com as pessoas. Seja para fazer uma atividade ou trabalhar em conjunto.
Porque a sensação de ter mil coisas a fazer e não conseguir concluir nenhuma? Por que se tornar um expert em tudo que você tem vontade de saber? E pior, porque fragmentamos diferentes conhecimentos que as pessoas possui a sede de saber um pouco sobre tudo. Afinal, tudo é nosso universo. Tudo é o que nós somos. Somos conceitos de biologia, sociologia, história e geografia. Relacionamos nosso corpo, nossa essência com o mundo exterior que também é feito de física, química, matemática. Por que insistir nesta fragmentação se as pessoas buscam, na verdade a integralização de tudo? As que não possuem consciência desta trajetória integral acabam tornando-se detentoras de um conhecimento fechado, minúsculo.
E assim está bom, dizem elas.
Ser bem conhecedor de uma só coisa, ou ser aquele expert em determinado assunto é a concretização pessoal das pessoas.
Que mundo chato.
Estamos diante de várias linhas que levam a vários lugares ou talvez nenhum. Cada uma destas linhas é um pensamento. Ele pode se romper a cada instante e retornar ao acaso. Este intervalo entre o romper e retornar causa o estalo de "Ah, como posso ter me esquecido disso?". Isso pode acontecer em diferentes tempos e depende de cada linha.
Agora, o sentido é saber porque alguns pensamento não voltam e outros não conseguimos terminar. Por que certo pensamento, ou linha continua a martelar na nossa frente? Porque nos deparamos com determinadas situações e já pensamos "Já visso antes, já senti isso antes.".
Tenho a sensação que as tarefas são depositadas em mim. Independete do lugar, e eu não sei porque isso acontece, as palavra final é concedida a mim. Está certo isso? Já está bom? O que vamos fazer agora? Creio que isto seja um resultado das posturas que adoto diaramente quando estabeleço uma relação com alguém, ou seja, quando começo a criar vínculos com as pessoas. Seja para fazer uma atividade ou trabalhar em conjunto.
Porque a sensação de ter mil coisas a fazer e não conseguir concluir nenhuma? Por que se tornar um expert em tudo que você tem vontade de saber? E pior, porque fragmentamos diferentes conhecimentos que as pessoas possui a sede de saber um pouco sobre tudo. Afinal, tudo é nosso universo. Tudo é o que nós somos. Somos conceitos de biologia, sociologia, história e geografia. Relacionamos nosso corpo, nossa essência com o mundo exterior que também é feito de física, química, matemática. Por que insistir nesta fragmentação se as pessoas buscam, na verdade a integralização de tudo? As que não possuem consciência desta trajetória integral acabam tornando-se detentoras de um conhecimento fechado, minúsculo.
E assim está bom, dizem elas.
Ser bem conhecedor de uma só coisa, ou ser aquele expert em determinado assunto é a concretização pessoal das pessoas.
Que mundo chato.
segunda-feira, 14 de março de 2016
falsas afirmativas
Você é vegetariana.
Programa uma alimentação; pensa em todos os benefícios e malefícios dos alimentos; planeja sua refeição para que - se possível - ela esteja equilibrada. Pelo menos uma vez na semana alguém fica boque aberto com a sua decisão. Mas você supera isso, se dá bem e irrita-se algumas vezes.
Mas a gota d'água é quando sua mãe mistura alguma coisa carnívora na comida e ainda tem a astúcia de avisá-la que não tem nada. Que tecnicamente aquilo é free para você. Você come com vontade, afinal, é a comidinha deliciosa da sua mãe e que continua maravilhosa porque sua mãe que faz. Mas tem uma resquício daquilo que você luta contra. Literalmente enfiado na sua goela.
Por que? :(
Programa uma alimentação; pensa em todos os benefícios e malefícios dos alimentos; planeja sua refeição para que - se possível - ela esteja equilibrada. Pelo menos uma vez na semana alguém fica boque aberto com a sua decisão. Mas você supera isso, se dá bem e irrita-se algumas vezes.
Mas a gota d'água é quando sua mãe mistura alguma coisa carnívora na comida e ainda tem a astúcia de avisá-la que não tem nada. Que tecnicamente aquilo é free para você. Você come com vontade, afinal, é a comidinha deliciosa da sua mãe e que continua maravilhosa porque sua mãe que faz. Mas tem uma resquício daquilo que você luta contra. Literalmente enfiado na sua goela.
Por que? :(
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