Pois então.
Estamos diante de várias linhas que levam a vários lugares ou talvez nenhum. Cada uma destas linhas é um pensamento. Ele pode se romper a cada instante e retornar ao acaso. Este intervalo entre o romper e retornar causa o estalo de "Ah, como posso ter me esquecido disso?". Isso pode acontecer em diferentes tempos e depende de cada linha.
Agora, o sentido é saber porque alguns pensamento não voltam e outros não conseguimos terminar. Por que certo pensamento, ou linha continua a martelar na nossa frente? Porque nos deparamos com determinadas situações e já pensamos "Já visso antes, já senti isso antes.".
Tenho a sensação que as tarefas são depositadas em mim. Independete do lugar, e eu não sei porque isso acontece, as palavra final é concedida a mim. Está certo isso? Já está bom? O que vamos fazer agora? Creio que isto seja um resultado das posturas que adoto diaramente quando estabeleço uma relação com alguém, ou seja, quando começo a criar vínculos com as pessoas. Seja para fazer uma atividade ou trabalhar em conjunto.
Porque a sensação de ter mil coisas a fazer e não conseguir concluir nenhuma? Por que se tornar um expert em tudo que você tem vontade de saber? E pior, porque fragmentamos diferentes conhecimentos que as pessoas possui a sede de saber um pouco sobre tudo. Afinal, tudo é nosso universo. Tudo é o que nós somos. Somos conceitos de biologia, sociologia, história e geografia. Relacionamos nosso corpo, nossa essência com o mundo exterior que também é feito de física, química, matemática. Por que insistir nesta fragmentação se as pessoas buscam, na verdade a integralização de tudo? As que não possuem consciência desta trajetória integral acabam tornando-se detentoras de um conhecimento fechado, minúsculo.
E assim está bom, dizem elas.
Ser bem conhecedor de uma só coisa, ou ser aquele expert em determinado assunto é a concretização pessoal das pessoas.
Que mundo chato.
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